Lixo e cidadania: a descoberta da sustentabilidade por meio da reciclagem
Maurício Antônio Rodrigues tem 45 anos e há 20 trabalha como catador de material reciclável. É no fim de tarde, quando o comércio fecha as portas, que ele pega o carrinho e vai recolher das ruas o sustento da família. Latinhas, garrafas pet, papelão e papeis usados. De carrinho cheio o destino de Maurício é a Associação dos Catadores de Material Reaproveitável (Asmare) de Belo Horizonte.Lá, o material é separado pelos catadores e segue para a indústria, onde vai virar novas embalagens, ou é aproveitado nas oficinas de arte da própria associação. Sacolas de plástico viram bolsas e são vendidas em lojas sofisticadas. O papel é transformado em obras de arte e até móveis são feitos de papelão. Confira especial em boletim do Ministério do Desenvolvimento Social.
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